sábado, 19 de agosto de 2017

Escritora Caroline Brandão lança o livro “Coragem e Ambição” neste sábado em Goiânia

Foto: Larissa Artiaga

A escritora Caroline Brandão lança neste sábado (19), às 19h, o romance “Coragem e Ambição”, na livraria Leitura, do Goiânia Shopping.
Este é o primeiro livro publicado da escritora, que tem apenas 20 anos. Todavia, apesar da pouca idade, Caroline – que atualmente cursa o oitavo período do curso de jornalismo da Universidade Federal de Goiás (UFG) – escreveu outros dois livros que, por opção dela própria, não foram publicados.
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Segundo Brandão, o romance “Coragem e Ambição”, dada à complexidade das personagens protagonistas, representa um amadurecimento como autora.
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Os interessados podem comprar o livro na loja física ou por meio do site da editora Chiado.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Inscrições para 4ª Mostra de Cinema de Gostoso abrem dia 1º



Já pode anotar no caderninho: faltam três dias para a 4ª Mostra de Cinema de Gostoso abrir as inscrições. São Miguel do Gostoso (RN), cidade sede do evento, mandou avisar que os goianos não podem ficar de fora. Durante cinco dias, de 17 a 21 de novembro, uma tela de cinema será montada ao ar livre na Praia do Maceió, com projeção de resolução 2K. 

Também serão feitas sessões em ambientes fechados, que incluirão debates com personalidades, diretores e atores dos filmes, entre outros. O melhor longa e o melhor curta-metragem serão escolhidos pelo público para receber o Troféu Luis da Câmara Cascudo.

A mostra é realizada pela Heco Produções e pelo CDHEC – Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania e com o apoio do edital do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, incentivados pela Lei Rouanet. A curadoria coletiva é feita pelos 52 alunos dos cursos de formação técnica e audiovisual, o “Coletivo Nós do Audiovisual”, juntamente com a equipe da Heco Produções e direção geral de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld.

As inscrições vão até o dia 15 de setembro. e podem ser feitas aqui.

Para mais informações, acesse o site oficial do evento ou sua página no Facebook.

O que aprender com a divulgação do caso Mutirama?


por Nathália Peres 

Desde a última quarta-feira (26/7) quando foi divulgado o acidente que ocorreu no Parque Mutirama, os veículos jornalísticos não param de falar sobre o assunto, e pior ainda, repetem a todo momento as imagens do referido caso. Creio que a atitude sensacionalista de determinados veículos, a maioria, causam um impacto muito grande na vida das crianças, adultos, idosos que presenciaram a cena, ou foram vítimas do acidente.

Mas minha intenção, com este post, não é ser sensacionalista e muito menos achar culpados para tal tragédia. Nem por isto sou indiferente ao sofrimento de quem esteve ali. Sim, os culpados devem ser punidos, e sim, as famílias devem receber um mínimo de apoio possível.

Venho, por este meio, levantar um grande questionamento para os jornalistas como um todo. Estamos realmente prestando um serviço de informação, ou só estamos fazemos mídia em cima de tantos acidentes, tragédias, casos de violência, mortes? Ao abrir um veículo de informação, não queremos “espremer dor e sangue” dali, queremos informações e não ver um relato quase que diário de tantos casos trágicos.

Ontem (27/7), ao assistir um determinado programa jornalístico no horário de almoço, fiquei PERPLEXA!! Por que levar uma criança ao vivo para o jornal e exibir o vídeo para ela e a mãe relembrarem todo sofrimento? É uma criança, só pelo acidente, ela já esta traumatizada, e é realmente necessário estender a dor que ela está sentindo por mais tempo, tudo em nome da AUDIÊNCIA?

Este ser que ronda a vida de qualquer jornalista, é maior que nosso código de ética? Que os princípios, aparentemente lindos na teoria, de imparcialidade, neutralidade, objetividade, veracidade? Enquanto jornalista, sei que a prática não condiz nenhum pouco com a teoria, mas o mínimo que podemos esperar de um profissional que lida constantemente com as diferentes realidades sociais é um pouco de humanidade.

Aproveitando o ensejo, para levantar outras reflexões, estamos realmente informando ou desinformando a população? O que a Demi e o Neymar serem visto em um determinado show afeta a nossa vida? Não sou contra um jornalismo descontraído, muito pelo contrário, é extremamente válido esta estratégia para chegarmos nas casas de tantas pessoas, mas se vamos realmente inovar, que seja com um mínimo de critério de noticiabilidade e, por favor, com mais ética profissional e respeito a vida.